"E se você dormisse? E se você sonhasse? E se, em seu sonho, você fosse ao Paraíso e lá colhesse uma flor bela e estranha? E se, ao despertar, você tivesse a flor em mãos? Ah, e então?"
quinta-feira, agosto 16, 2007
terça-feira, agosto 14, 2007
live with me
Nothing's right if you ain't here
I'd give all that I have just to, keep you near
I wrote you a letter and tried to make it clear
That you just don't believe that, I'm sincere.
I've been thinking about you baby...
sexta-feira, agosto 10, 2007
you r here
show me show me show me, 'cause i think i'm going blind. there's no way out.
and then dance if you wanna dance, take a chance.
quinta-feira, agosto 09, 2007
sábado, agosto 04, 2007
a cold grey summer day
time to change, to change the meaning of being here, walk along every day and breathing the same pale blue air. i'm going, babes. it's just a matter of time. wake up to life, even late than too late.
... i just know what to say, to make a sunny day. and when i'm all alone, i feel i don't wanna hide.
... i just know what to say, to make a sunny day. and when i'm all alone, i feel i don't wanna hide.
quinta-feira, agosto 02, 2007
brush
Take the time to make some senseOf what you want to sayAnd cast your words away upon the wavesSail them home with acquiesceOn a ship of hope todayAnd as they land upon the shoreTell them not to fear no moreSay it loud and sing it proudToday..And then dance if you want to dancePlease brother take a chanceYou know they're gonna goWhich way they wanna goAll we know is that we don't knowHow it's gonna bePlease brother let it beLife on the other hand won't let us understandWe're all part of the masterplan
carta para alguém (ns) bem perto
Existem dois grupos de pessoas: aquelas que sabem amar e as que nunca amaram. Dentro da vertente do saber, vem uma avalanche de situações onde você se consolida de que o melhor seria nunca ter entrado em contato, nem ao menos um pouco.
Isso porque tem aquele ‘amor’ satírico e circunstancial que nos envolve em laços de sociabilidade, cujo formato não é suportado por crises existenciais, problemas financeiros, insegurança e transtornos bipolares. Mal ou muito me engano, ou esse é o modo mais corrosivo da coisa, porque descaracteriza a essência, confunde, maltrata e ainda por cima é viciante.
Se a vida é curta, e o amor é frívolo, viver intensamente torna-se uma utopia ululante, até pela própria etimologia da palavra. Eu vivo intensamente, em meio ao caos, plenitude, sublimação, momentos mesquinhos, transcendo do cotidiano daqui e dali. Problemas estão aí pra dar cor a esfera, o ciúme está envolvido, insegurança é fundamental para não cair sem ter chão, paro, penso, e é o que mais faço, quando quero chegar a conclusão que deveria nunca ter amado.
Isso porque tem aquele ‘amor’ satírico e circunstancial que nos envolve em laços de sociabilidade, cujo formato não é suportado por crises existenciais, problemas financeiros, insegurança e transtornos bipolares. Mal ou muito me engano, ou esse é o modo mais corrosivo da coisa, porque descaracteriza a essência, confunde, maltrata e ainda por cima é viciante.
Se a vida é curta, e o amor é frívolo, viver intensamente torna-se uma utopia ululante, até pela própria etimologia da palavra. Eu vivo intensamente, em meio ao caos, plenitude, sublimação, momentos mesquinhos, transcendo do cotidiano daqui e dali. Problemas estão aí pra dar cor a esfera, o ciúme está envolvido, insegurança é fundamental para não cair sem ter chão, paro, penso, e é o que mais faço, quando quero chegar a conclusão que deveria nunca ter amado.
segunda-feira, julho 30, 2007
right on time
Meu caminho pelo mundo eu mesmo traço
A Bahia já me deu régua e compasso
Quem sabe de mim sou eu - aquele abraço!
Pra você que me esqueceu - aquele abraço!
Pra você que me esqueceu - aquele abraço!
sábado, julho 28, 2007
knock yourself out
It’s something unattainableThat you can’t live withoutAnd now the unexplainableHas you riddled with doubtThings begin Things decay And you’ve gotta find a wayTo be okBut it you want to spend the dayWond’ring what it’s all aboutGo and knock yourself outWhy were put in this messIs anybody’s guessIt might be a test or it might not be anythingYou need to worry aboutBut if you’re still in doubtGo and knock yourself out
.permita-me.
.permita-me.
You talk to me as if from a distance
And I reply with impressions chosen
From another time time time
From another time
terça-feira, julho 24, 2007
what's all about
então, tudo é o mesmo, mesmo sendo diferente. orgânico. matéria da matéria da matéria que faz tanto a mim quanto a você e 5% da poeira cósmica.
tudo está interligado, em meio a desconstrução contínua do caos imediato.
segunda-feira, julho 23, 2007
in bianco e nero
A vida é assim mesmo, quando a gente acha que detém as rédeas, leva um esculacho de quem menos espera pra poder acordar e ver que a estrada tem falhas, das grandes.Não quero nem entrar em detalhes do que é ter livre arbítrio e dentro dele preservar o inferno dos outros ou menos. Cada um no seu, mas esse lance de tudo em seu devido lugar é balela.
Estou no limbo, caminhando no temido fio de arame farpado, do lado de cá, minhas esperanças, do lado de lá, minhas certezas. Certeza é? O diabo riu e eu ouvi, bandido.
Mudaremos a pauta, a cor, a vida, as mortes. E tem que surtir efeito. Quem quiser ficar, será muito bem vindo, aqueles que porventura não estiverem afim, respeito a decisão, mas não creio que algum dia, de fato, estiveram comigo.
É a roda girando, bem devagar, porque tenho náusea.
quarta-feira, junho 20, 2007
me in a cage, with a bottle of rage.
raiva, assim como o sofrimento, é meramente opcional. te odeio por 5 segundos, e não te amo mais. por 5 segundos. as coisas tem que ser livres e descompromissadas, nada dentro de um cercado pode crescer, nada pré estipulado pode alcançar plenitude. não gosto de planejar, e ainda assim, levo rasteira do pouco que chego a presumir da vida. sinto saudade do tempo em que eu vivia assim, sem saber, sem estar, hoje tudo é tão real que até o vento dói, e a lua não tem mais cor de mel. preciso de transtorno pra produzir, perdi minha paz e meu medo da morte.
'sou um gênio, uma glória nacional, não encham meu saco!'
'sou um gênio, uma glória nacional, não encham meu saco!'
Glauber Rocha
quinta-feira, junho 07, 2007
fragmento de sete faces
"(...)
eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
deixam a gente comovido como o diabo."
eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
deixam a gente comovido como o diabo."
sábado, junho 02, 2007
... !
i think i'll love you today
i guess that's what you get
and i don't know where we are all going to
life don't get stranger than this
but it is what it is
and i don't know where we are all going to
i guess that's what you get
and i don't know where we are all going to
life don't get stranger than this
but it is what it is
and i don't know where we are all going to
sábado, maio 26, 2007
acid house
A pior viagem do resto da minha vida, é assim que me sinto, todos os barulhos são ensurdecedores e não há ninguém NINGUÉM a quem possa recorrer. Meu coração dói, assim como meu pulmão e minhas veias, sinto sangue gelado pelas minhas veias, tive sonhos em tons de vinho e até agora não sei se foi verdade. Estou com medo, admito minha condição e não, não sou capaz, at all, pra nunca mais. Sou um lixo dentro da vasilha, ou aquele vômito na privada. As cores, todas as cores pulsam, como se tivessem vida, engraçado, eu sempre quis ver isso, mas não dessa forma, não desse jeito. Tão só. Não! Nem você nem ninguém vai aparecer aqui, faz muito frio e eu não sei o que penso, se penso. E não há nada, nem esse quarto, nem essa tela, nem essa vida. Preciso de alguém que me acorde agora, e não há. Tenho medo de dormir pra sempre.
quinta-feira, maio 24, 2007
freelove
acredito que arte só pode fluir diante de um transtorno, tem que incomodar. chego a um ponto: quando as árvores ficam azuis e o pensamento não segue a linha da tragédia clássica aristotélica, não há criação. it's time for me to move ahead.
"Hey girl
You've got to take this moment
Then let it slip away
Let go of complicated feelings
Then there's no price to pay"

segunda-feira, maio 21, 2007
daysleeper
constatação: vida on a plain é finita, uma hora a roda gira e você se dá conta que, além do inferno estar nos outros, a imersão nesse inferno não está dentro de um leque de escolhas. já estive aqui antes, as coisas mudaram um pouco de lugar, ah, eu mudei um pouco de lugar também. o quadro que pintei tem nome, sobrenome, medo, desejo e é muito abstrato. me sinto num liquidificador, onde trituraram minhas certezas, minha alma, minha vontade de paz, olho pra trás e me vejo sem querer entrar, mas é tarde demais, tenho medo de escoar pelo ralo mais uma vez. teatro de arena, cíclico como as estações do ano, prefiro o inverno.
quinta-feira, maio 10, 2007
quarta-feira, maio 02, 2007
a última noite
arrumou-se daquela vez como se fosse a última, beijou sua mãe como se fosse lógico, desceu as escadas como se não houvesse amanhã, algo dizia que seria a última vez que os via, pensou em tudo que fez, e, em grande parte, no que não teve tempo de executar. não teve medo do que poderia vir, estava consciente, tudo tem começo, meio e fim. o gosto das coisas modificou e a visão estava meticulosamente espetacular. seria a última noite, a última festa, o último momento entre amigos. curtiu até amanhecer, carregando a certeza que dali não passaria. se a vida não era colorida em sua plenitude, queria conseguir enxergar as nuances daquela noite, de cada poste, de cada pessoa, cores exatas de cada momento. o manto do dia foi estendido, estava em casa, por alguma razão estranha o contrato fora alterado, ainda havia muito pra ver (viver). deitou em sua cama como se fosse a única, dormiu na contramão atrapalhando o sábado. relato da noite em que a morte decidiu não aparecer, mesmo com aviso prévio.
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